Área de atuação
Câncer de estômago
O câncer de estômago pode causar sintomas pouco específicos no início, como má digestão persistente, sensação de estômago cheio com pouca comida, perda de peso e anemia. O diagnóstico é feito pela endoscopia digestiva com biópsia.
Sinais de alerta
- Má digestão ou dor na parte alta do abdome que não melhora;
- Sensação de estômago cheio rapidamente (saciedade precoce);
- Perda de peso e de apetite;
- Anemia, fezes escurecidas ou vômitos com sangue;
- Dificuldade para engolir, nos tumores próximos ao esôfago.
Tratamento
O tratamento depende do estágio. Tumores muito iniciais podem, em casos selecionados, ser tratados por endoscopia. Nos demais, a cirurgia — gastrectomia parcial ou total, com retirada dos linfonodos — é a base do tratamento com intenção curativa, frequentemente associada à quimioterapia antes e depois da operação.
Vida após a gastrectomia
Depois da cirurgia, a alimentação passa por adaptações: refeições menores e mais frequentes, acompanhamento nutricional e reposição de vitaminas quando necessário. Com orientação adequada, a maioria dos pacientes retoma uma rotina alimentar satisfatória.
Perguntas frequentes
A bactéria H. pylori causa câncer de estômago?
A infecção pelo H. pylori é um fator de risco conhecido, mas a grande maioria das pessoas infectadas não desenvolve câncer. O tratamento da bactéria, quando indicado, reduz esse risco.
É possível viver sem o estômago?
Sim. Após a gastrectomia total, o esôfago é ligado diretamente ao intestino e a alimentação se adapta, com refeições menores e acompanhamento nutricional.
Conteúdo informativo, revisado pelo Dr. Bruno Bereza (CRM-PR 31457 · RQE 22113). Não substitui a avaliação médica individualizada.
Para ler com calma
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